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Recapitulando TOP 1 – THE PROPOSAL

19/11/2009

“Achei que tinha uma boa idéia do que ele estava pensando, mas sua expressão me surpreendeu. Em vez de furiosa, era calculista. Ele andava em silêncio de um lado para outro de meu quarto escuro enquanto eu o observava com uma desconfiança crescente.

– O que quer que esteja planejando, não vai dar certo – eu disse a ele.

– Shhh. Estou pensando.

– Argh – gemi, atirando-me de volta na cama e puxando o cobertor sobre a cabeça.

Não houve som algum, mas de repente ele estava ali. Ele puxou a coberta para me ver. Estava se deitando ao meu lado. Sua mão tirou o cabelo de meu rosto.

– Se não se importa, prefiro que não esconda seu rosto. Eu vivi sem ele por mais tempo do que podia suportar. Agora… me diga uma coisa.

– O quê? – perguntei, de má vontade.

– Se pudesse ter alguma coisa no mundo, qualquer coisa, o que seria?

Pude sentir o ceticismo em seus olhos.

– Você.

Ele sacudiu a cabeça com impaciência.

– Algo que você não tenha.

Eu não sabia aonde ele tentava me levar, então pensei bem antes de responder. Pensei numa coisa que era ao mesmo tempo verdade e provavelmente impossível.

– Eu queria… que Carlisle não tivesse que fazer isso. Queria que você me mudasse.

Observei sua reação com cautela, esperando mais fúria que vira em sua casa. Fiquei surpresa que sua expressão não tivesse se alterado. Ainda era calculista e pensativa.

– O que estaria disposta a dar em troca?

Não consegui acreditar no que ouvia. Fitei pasma seu rosto sério e soltei a resposta antes de pensar nela.

– Qualquer coisa.

Ele deu um sorriso fraco, depois franziu os lábios.

– Cinco anos?

Meu rosto se retorceu numa expressão em algum ponto entre o pesar e o pavor.

– Você disse qualquer coisa – lembrou-me ele.

– Sim, mas… Você vai usar o tempo para encontrar uma maneira de se livrar disso. Tenho que aproveitar enquanto tenho oportunidade. Além disso, é perigoso demais ser humana… Para mim, pelo menos. Então, tudo menos isso.

Ele franziu a testa.

– Três anos?

– Não!

– Então não vale qualquer coisa para você?

Pensei no quanto eu queria aquilo. Concluí que era melhor manter uma expressão impassível e não deixar que ele soubesse o quanto eu queria. Isso me daria mais poder.

– Seis meses?

Ele revirou os olhos.

– Não basta.

– Então um ano – eu disse. – É meu limite.

– Me dê pelo menos dois.

– De jeito nenhum. Vou fazer 19 anos. Mas não vou chegar a lugar nenhum perto dos 20. Se você vai ficar adolescente para sempre, eu também vou.

Ele pensou por um minuto.

– Tudo bem. Esqueça os limites do tempo. Se quer que seja comigo… terá de cumprir uma condição.

– Condição? – Minha voz ficou apática. – Que condição?

Seus olhos eram cautelosos – ele falava lentamente.

– Case-se comigo primeiro.

Eu o fitei, esperando…

– Tudo bem. Qual é a piada?

Ele suspirou.

– Está ferindo meu ego, Bella. Acabo de lhe pedir em casamento e você acha que é brincadeira.

– Edward, por favor, fale sério.

– Estou falando completamente a sério. – Ele me fitou sem humor algum no rosto.

– Ah, sem essa – eu disse com uma pontada de histeria na voz.

– Só tenho 18 anos.

– Bom, eu tenho quase 110. Está na hora de sossegar.

Virei a cara, olhando pela janela escura, tentando controlar o pânico antes que ele me entregasse.

– Veja bem, o casamento não é bem uma de minhas prioridades, sabia? Foi como o beijo da morte para Renée e Charlie.

– Uma escolha de palavras interessante.

– Você entendeu o que eu quis dizer.

Ele respirou fundo.

– Francamente, não me diga que tem medo de se comprometer – Sua voz era incrédula e eu entendi suas implicações.

– Não é bem isso – tentei escapar. – Eu… tenho medo por Renée. Ela tem algumas opiniões fortes sobre se casar antes dos 30 anos.

– Porque ela prefere que você seja uma eterna amaldiçoada a que se case. – Ele deu um riso sombrio.

– Você acha que está brincando.

– Bella, se comparar o nível de compromisso entre uma união conjugal e trocar sua alma pela eternidade como vampira… – Ele sacudiu a cabeça. – Se não tem coragem de se casar comigo, então…

– Bom – interrompi. – E se eu quisesse? E se lhe dissesse para me levar a Las Vegas agora? Eu seria uma vampira em três dias?

Ele sorriu, os dentes faiscando no escuro.

– Claro – disse ele, caindo em meu blefe. – Vou pegar meu carro.

– Mas que droga – murmurei. – Vou lhe dar dezoito meses.

– Nada feito – disse ele, sorrindo. – Eu gosto dessa condição.

– Ótimo. Vou pedir a Carlisle para fazer quando me formar.

– Se é o que você quer mesmo. – Ele deu de ombros e seu sorriso tornou-se absolutamente angelical.

– Você é impossível – grunhi. – Um monstro.

Ele riu.

– É por isso que não quer se casar comigo?

Eu grunhi de novo.

Ele se inclinou para mim; seus olhos escuros como a noite derreteram e arderam, estilhaçando minha concentração.

Por favor, Bella? – sussurrou ele.

Por um momento, esqueci como se respira. Quando me recuperei, sacudi a cabeça rapidamente, tentando clarear minha mente de repente confusa.

– Seria melhor se eu tivesse tempo para comprar uma aliança?

– Não! Nada de alianças! – eu quase gritei.”

– Tão ansiosa pela danação eterna – murmurou ele.

– Sabe que não acredita mesmo nisso.

– Ah, não acredito? – Ele ficou furioso.

– Não. Você não acredita.

Ele me fuzilou com os olhos e começou a falar, mas o interrompi.

– Se acreditasse de verdade que perdeu sua alma, então, quando eu o encontrei em Volterra, você teria percebido imediatamente o que estava acontecendo, em vez de pensar que nós dois estávamos mortos juntos. Mas não pensou assim… Você disse: “Incrível. Carlisle tinha razão.” – lembrei a ele, triunfante. – Há esperanças para você, afinal.

Pela primeira vez, Edward ficou sem fala.

– Então vamos os dois ter esperanças, sim? – sugeri. – Não que isso importe. Se você ficar, não preciso do paraíso.

Ele se levantou devagar e veio colocar as mãos em meu rosto enquanto fitava meus olhos.

– Para sempre – jurou ele, ainda meio confuso.

– É só o que estou lhe pedindo – eu disse, e fiquei na ponta dos pés para colocar meus lábios nos dele.

Isso ai galera…é amanha ou mais tarde pra alguns; mas como é dps de 0h continua sendo amanha! o/

Me pergunto o que farei qd sair do cinema… se sobreviver é claro!

:C

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6 Comentários leave one →
  1. .:Multicultural:. permalink*
    19/11/2009 07:39

    Eu sei o que eu vou fazer depois do cinema… vou pra casa chorar.

  2. gabyee permalink
    19/11/2009 09:58

    pois é
    vamos pra casa chorar
    ;~~~~~~~~~~~~~~~~
    se bem qe eu acho qe vou ter qe ir direto pro hospital tomar soro por causa da desidratação
    hee hee

    falta só um pouquinho genteeeeeeeeee
    :C :***

  3. 19/11/2009 11:01

    Faltam 12 HORAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  4. .:Multicultural:. permalink*
    19/11/2009 11:16

    Eu vou me afogar com meu próprio choro, vou precisar de respiração boca a boca, chama o Dr. Carlisle Vampirão, por favor!!

  5. Escritora permalink
    19/11/2009 12:10

    Eu vou ficar escondida para mais uma sessão, fato.

  6. 19/11/2009 12:55

    Chamemmmmmmm o SAMU com o Dr. Carlisleeeeeeeeeeeee!!!!

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